Moreira de Mendonça – "Mosaico Brasileiro", pág. 15.
Entre as muitas rixas que lhe atormentavam a vida, teve Gregório de Matos, o terrível satírico baiano, uma com o vice-rei do Brasil, D. Afonso Furtado de Mendonça Castro do Rio e Menezes.
Passava esse fidalgo, um dia, por uma rua da cidade, quando o poeta sacudiu a cabeça, num gesto significativo:
– É célebre! – disse. E de mão no queixo:
– Ainda não vi um Mendonça que não tenha "Furtado"!