CALDAS DE COBRE E DE OURO

Moreira de Azevedo – "Mosaico Brasileiro", pág. 24.

Domingos Caldas Barbosa, poeta popular e de cor parda, hostilizado por Bocage, improvisava à guitarra quando surgiu o português Caldas, riquíssimo negociante. Ao vê-lo, o repentista improvisou, logo:

Tu és Caldas, eu sou Caldas,

Tu és rico e eu sou pobre;

Tu és o Caldas de ouro,

Eu sou o Caldas de cobre!

Foi um sucesso.