Múcio Teixeira – "Os Gaúchos", vol. I, pág. 204.
Ser senador do Império, era conseguir no regime a mais invejável das situações. "Se havia semi-deuses em política – escreve Taunay – eram os senadores do tempo da monarquia, e o apreço público não recusava as suas mais profundas barretadas até àqueles que não possuíam outras razões de seleção senão pertencerem a tão elevada e afinal onipotente corporação". Era a propósito dessas regalias que o Imperador dizia sempre:
– No Brasil há duas posições invejáveis: senador e professor do Colégio Pedro II!