João Luso – "Elogios", pág.42.
Raimundo Correia nutria no meio dos seus altos cuidados de juiz e homem de letras, a ingênua paixão das minúcias, Às vezes, quase meio século após o acontecimento, subia ele as escadas do Jornal do Comércio, e pedia a um dos redatores conhecidos:
– Manda-me ver, por favor, a coleção do Jornal de 1874.
E, sentando-se a uma cadeira, à espera:
– Quero ver como foi que vocês noticiaram a morte de Castro Alves...