NOTAS

Introdução

1 Onasandro, The General 33. 6 (tradução de Loeb, levemente modificada).

2 Sobre a teoria militar romana vide J. Campbell, “Teach yourself how to be a general”, Journal of Roman Studies 77 (1987), pp. 13-29 e K. Gilliver, The Roman Art of War (2000); para os fatores que determinavam a nomeação dos comandantes compare E. Birley, The Roman Army, Papers 1929-1986 (1988), p. 75-114 e J. Campbell, “Who were the viri militares?”, Journal of Roman Studies 65 (1975), p. 11-31.

3 Sobre opiniões desfavoráveis sobre comandantes romanos vide Maj. Gen. J. Fuller, Julius Caesar: Man, Soldier and Tyrant (1965), p. 74, 75; W. Messer, “Mutiny in the Roman Army of the Republic”, Classical Philology 15 (1920), p. 158-175, esp. p. 158; F. Adcock, The Roman Art of War under the Republic (1940), p. 101. O comentário do ancião Moltke de que “na guerra com seu enorme atrito até o medíocre se torna uma realização e tanto” é citado em M. Van Creveld, Command in War (1985), p. 13.

4 Para uma pesquisa recente da história antiga de Roma vide T. Cornell, The Beginnings of Rome (1995).

5 Iliad 12. 318-321 (tradução de R. Lattimore, University of Chicago Press, 1951).

6 The Horiatii and Curiatii, Lívio 1. 23-27, Horatius Cocles, 2. P. 10,11.

7 Sobre a antiga organização militar de Roma vide Cornell (1995), p. 173-197; B. D’Agustino, Military Organization and Social Structure in Archaic Etruria, em O. Murray e S. Price (eds.), The Greek City (Oxford, 1990), p. 59-82; E. McCarteney, “The Military Indebtedness of Early Rome to Etruria”, Memoirs of the American Academy at Rome 1 (1917), p. 122-167; M. P. Nilsson, The introduction of Hoplite Tactics at Rome, Journal of Roman Studies 19 (1929), p. 1-11; E. Rawson, “The Literary Sources for the Pre-Marian Roman Army”, Papers of the British School at Rome 39 (1971), p. 13-31; L. Rawlings, “Condottieri and Clansmen: Early ltalian Warfare and the State”, em K. Hopwood, Organized Crime in the Ancient World (Swansea, 2001); e A. M. Snodgrass, “The Hoplite Reform and History”, Journal of Hellenic Studies 85 (1965), p. 110-122.

8 Sobre o papel do comandante nos exércitos gregos vide E. Wheeler, “The General as Hoplite”, em V. Hanson (ed.), Hoplites: the Classical Greek Battle Experience (1991), p. 121-170.

9 Plutarco Pyrrhus 16 (tradução Penguin).

10 Lívio 10. Pp. 26-30, esp. 28; sobre a discussão de combate único vide S. Oakley, “Single Combat and the Roman Army ”, Classical Quarterly 35 (1985), pp. 392-410.

11 Sobre a discussão da natureza da virtude aristocrática vide N. Rosenstein, Imperatores Victi (1990), esp. pp. 114-151.

12 Sobre o desenvolvimento do exército republican, vide L. Keppie, The Making of the Roman Army (1984), e E. Gabba, The Roman Republic, the Army and the Allies (Oxford, 1976), tradução P. J. Cuff.

13 Sobre o contexto de comando vide Van Creveld (1985), pp. 17-57. Sobre a disponibilidade de mapas e outras informações geográficas no mundo romano vide A. Betrand, “Stumbling through Gaul: Maps, Intelligence, and Caesar’s Bellum Gallicum”, The Ancient. History Bulletin 11. 4 (1997), 107-122, C. Nicolet, Space, geography and politics in the early Roman empire (1991), e B. Isaac, “Eusebius and the geography of Roman provinces”, em D. Kennedy (ed.), The Roman army in the east. Journal of Roman Archaeology Supplementary Series 18 (1996), pp. 153-167.

CAPÍTULO 1 O ESCUDO E A ESPADA DE ROMA

1 Frontino, Strategems 1. 3. 3.

2 Para um relato das fases iniciais da Segunda Guerra Púnica vide J. Lazenby, Hannibal’s War (1978), pp. 1-66, A. Goldsworthy, The Punic Wars (2000), pp. 143-190.

3 Sobre os exércitos Púnicos, vide Goldsworthy (2000), pp. 30-36.

4 Lívio 22. 7. 6-14, 8. 2-7, Políbio 3. 87.

5 Plutarco, Fabius Maximus 1-5; sobre o seu primeiro consulado, vide S. Dyson, The Creation of Roman Frontier (1985), pp. 95,96.

6 Plutarco, Fabius Maximus 5, Lívio 22. 9. 7-10. 10.

7 Plutarco, Fabius Maximus 4.

8 Políbio 3. 89. 1-90. 6, Lívio 22. 12. 1-12, Plutarco, Fabius Maximus 5.

9 Plutarco, Fabius Maximus 5.

10 Lívio 22. 15. 4-10.

11 Lívio 22. 13. 1-18. 10, Políbio 3. 90. 7-94. 6, Frontino, Strategems 1. 5. 28.

12 Políbio 3. 100. 1-105. 11, Lívio 22. 18. 5-10, 23. 1-30. 10.

13 Para uma discussão detalhada de Canas, vide A. Goldsworthy, Cannae (2001).

14 Plutarco, Marcellus 12 e discussão em Lazenby (1978), pp. 94,95.

15 Plutarco, Marcellus 1-3.

16 Plutarco, Marcellus 4-7; generais evitando que maus presságios desencorajassem seus homens, Frontino, Strategems 1. 12. 1-12.

17 Plutarco, Marcellus 8.

18 Lívio 23. 15. 7-17. 1.

19 Sobre uma visão global das campanhas na Itália durante esses anos, vide Goldsworthy (2000), pp. 222-229; Lívio 23. 15. 7-16. 1, Plutarco, Marcellus 10, Fabius Maximus 20; espada e escudo de Roma, Plutarco, Fabius Maximus 19, Marcellus 9.

20 Siracusa: vide Goldsworthy (2000), pp. 260-268, Tarento: vide ibid. pp. 229-233, 235,236; a morte de Marcelo, Lívio 27. 26. 7-27. 14, Plutarco, Marcellus 29-30, Políbio 10. 32.

CAPÍTULO 2 UM ANÍBAL ROMANO

1 Imperator me mater, non bellatorem peperit – Frontino, Stratagems 4. 7. 4.

2 Lívio 26. 19. 3-9, Gélio, Attic Nights 6 (7). 1. 6.

3 Políbio 10. 2. 1-5. 10; F. Walbank, A Historical Commentary on Polybius 2 (Oxford, 1967), pp. 198-201, que observou que a história de Políbio sobre Cipião, sendo eleito para a edilidade no mesmo ano que seu irmão, é incorreta.

4 Políbio 10. 3. 3-6; Plínio Natural History 16. 14; Lívio 21. 46. 10.

5 Lívio 22. 53. 1-13; Frontino, Strat. 4. 7. 39.

6 Lívio 222. 61. 14-15; cf. N. Rosenstein, Imperatores Victi (1993), pp. 139,140.

7 Lívio 26. 18. 1-19. 9; cf. H. Scullard, Scipio Africanus: Soldier and Politician (London, 1970), p. 31, J. Lazenby, Hannibal’s War (Warminster, 1978), e B. Caven, The Punic Wars (London, 1980).

8 Sobre as antigas campanhas na Hispânia, vide Goldsworthy (2000), pp. 246-253.

9 Políbio 10. 6. 1-9. 7; Walbank 2 (1967), pp. 201,202.

10 Políbio 10. 7. 3-5; Walbank 2 (1967), p. 202, cf. Lazenby (1978), p. 134.

11 Políbio 10. 9. 4-7, Lívio 26. 42. 1.

12 Políbio 10. 9. 7, Lívio 26. 42. 6; Walbank 2 (1967), pp. 204, 205.

13 Relatos de lutas, Políbio 10. 9. 8-17. 5, Lívio 26. 42. 6-46. 10, Apiano Spanish Wars 20-22; Walbank 2 (1967), pp. 192-196, 203-217.

14 Políbio 10. 13. 1-4.

15 Sallust, Bellum Catilinae 7. 6.

16 Plutarco, Marcellus 18, Políbio 8. 37. 1.

17 Políbio 10. 15. 4-5. Vide também A. Ribera I Lacomba con M. Calvo Galvez, “La primera evidencia arqueológica de Ia destrucción de Valentia por Pompeyo”, Journal of Roman Archaeology 8 (1995), pp. 19-40, sobre evidências de atrocidades romanas, embora nesse caso, cometidas durante uma guerra civil. Para a discussão a respeito de saques romanos, vide A. Ziolkowski “Urbs direpta, or how the Romans sacked cities”, em J. Rich e M. Shipley, War and Society in the Roman World (London, 1993), pp. 69-91, embora nem todas as suas conclusões tenham sido comumente aceitas.

18 Lívio 26. 48. 5-14.

19 Políbio 10. 18. 1-19. 7, Lívio 26. 49. 11-50. 14, cf. Plutarco, Alexander 21.

20 Políbio 10. 39. 1-40. 12; Lívio 27. 17. 1-20. 8, 28. 1. 1-2. 12, 1. 13-4.4.

21 Políbio 11. 20. 1-9, Lívio 28. 12. 10-13. 5.

22 Políbio 11. 21. 1-6, Lívio 28. 13. 6-10.

23 Sobre a batalha como um todo, vide Políbio 11. 21. 7-24. 9, Lívio 28. 14. 1-15. 11. Para discussão a respeito do local da batalha e a manobra de Cipião, vide Lazenby (1978), pp. 147-149, Walbank 2 (1970), pp. 296-304 e Scullard (1970), pp. 88-92.

24 Para relatos mais detalhados a respeito da campanha Africana, vide Goldsworthy (2000), pp. 286-309.

25 Sobre esse período, vide Scullard (1970), pp. 210-44.

26 Lívio 35. 14.

CAPÍTULO 3 O CONQUISTADOR DA MACEDÔNIA

1 Lívio 44. 34.

2 Sobre um breve relato a respeito da Primeira Guerra Macedônica, vide J. Lazenby; Hannibal’s War (1978) pp. 157-169, e Goldsworthy (2000), pp. 253-260. Para uma visão crítica dos motivos de Roma na guerra, vide W.V. Harris, War and Imperialism in Republican Rome 327-70 BC (1979), pp. 205-208.

3 Lívio 31. 6. 1; sobre a descrição da declaração de guerra, vide Lívio 31. 5. 1-8. 4; e comentários em Harris (1979), pp. 212-218, F. Walbank, “Polybius and Rome’s eastern policy”, Journal of Roman Studies 53 (1963), pp. 1-13, P. Derow, “Polybius, Rome in the east”, Journal of Roman Studies 69 (1979), pp. 1-15, e em geral J. Rich, Declaring War in the Roman Republic in the period of Transmarine Expansion. Collection Latomus 149 (1976).

4 As negociações entre Flaminino e Felipe V, Políbio 18. 1. 1-12. 5, Lívio 32 32. 1-37. 6; Cinoscéfalos, Políbio 18. 18. 1-27. 6, Lívio 33. 1. 1-11. 3.

5 A campanha de Magnésia, Lívio 38. 37-44, Apiano, Syrian Wars 30-36.

6 Sobre a campanha de Galácia, Lívio 38. 12-27, 37-41; para o debate a respeito das ações de Vulso, Lívio 38. 44-50; o escândalo de Lúcio Flaminino, Lívio 39. 42-43.

7 Sobre as causas da guerra, vide Lívio 42. 5-6, 11-18, 25-26, 29-30, e comentários em Harris (1979), pp. 227-233.

8 O tamanho do exército, Lívio 42.31; Spurio Ligustino, Lívio 42. 32-35.

9 O exército de Perseu no começo da guerra, Lívio 42. 51. Um dos melhores estudos a respeito de qualquer exército Helenístico é de B. Bar Kochva, The Seleucid Army (1976); sobre equipamentos vide, P. Connolly, Greece and Rome at War (1981), pp. 64-83.

10 Lívio 42. 49. 53, 43. 17-23, 44. 1-16; Cássio Longino, Lívio 43. 1. 4-12.

11 Lívio 44. 4. 10 – “cum Romanus imperator, maior sexaginta annis et praegravis corpore”.

12 Paulo na Hispânia, Lívio 37. 2. 11, 37. 46. 7-8, 57. 5-6; em Ligúria, Lívio 40. 18, 25, 28. 7-8, Plutarco, Aemilius Paullus 6; os filhos de Paulo, Plutarco, Aemilius Paullus 5.

13 O tamanho do exército, Lívio 44. 21. 5-11.

14 Lívio 44. 34. 3.

15 Lívio 44. 32. 5-34. 10; vide também F. Walbank, A Historical Commentary on Polybius 3 (1979), pp. 378-391.

16 Plutarco, Aemilius Paullus 15-16, Lívio 44. 35; sobre uma discussão detalhada da campanha, vide N. Hammond, “The Battle of Pydna”, Journal of Hellenic Studies 104 (1984), pp. 31-47.

17 Lívio 44. 36. 12-14.

18 Hammond (1984), pp. 38,39.

19 Lívio 44. 36. 1-4.

20 Lívio 44. 37. 5-9, Plutarco, Aemilius Paullus 17.

21 Plutarco, Aemilius Paullus 17-18, Lívio 44. 37. 10-40. 10, Frontino, Stratagems. 2. 3. 20, e Hammond (1984), pp. 44,45.

22 Plutarco, Aemilius Paullus 18 e Hammond pp. 45,46.

23 Plutarco, Aemilius Paullus 19.

24 Plutarco, Aemilius Paullus 20.

25 Plutarco, Aemilius Paullus 19.

26 Plutarco, Aemilius Paullus 19-22, Lívio 44. 41. 1-42. 9.

27 Políbio discute sobre os pontos fortes e fracos das legiões e falanges, 18. 28. 1-32. 13.

28 Plutarco, Aemilius Paullus 21, Lívio 44. 44. 1-3

29 Plutarco, Aemilius Paullus 30-32, Lívio 45. 35. 5-39. 19.

30 Plutarco, Aemilius Paullus 32 (tradução de R. Waterfield, Plutarch: Roman Lives (Oxford 1999)).

31 Plutarco, Aemilius Paullus 34 (tradução Oxford, 1999).

32 Lívio 45. 32. 11.

CAPÍTULO 4 PEQUENAS GUERRAS

1 Apiano, Spanish Wars 87.

2 Sobre um relato da campanha de Télamo vide, Políbio 2. 23-31.

3 Lívio 34. 9. 1-13, 11. 1-15. 9, Apiano, Spanish Wars 40.

4 Para uma análise dessas operações, vide S. Dyson, The Creation of the Roman Frontier (1985), pp. 174-198.

5 Políbio 32. 9. 1-2.

6 Sobre o caráter de Cipião, vide Políbio 31. 23. 1-30. 4. Sobre a vida de Cipião e carreira em geral vide, A. Astin, Scipio Aemilianus (1967).

7 Apiano, Spanish Wars 44-50.

8 Políbio 35. 1. 1-4. 14, com Walbank 3 (1979), pp. 640-648; Apiano, Spanish Wars 49.

9 Campanha de Lúculo, vide Apiano, Spanish Wars 50-55, e comentários em Dyson (1985), pp. 202-203; sobre Galba vide Apiano, Spanish Wars 58-60.

10 Políbio 35. 5. 1-2.

11 O tribuno na Legião IV; Cícero De Re Publica 6. 9; sobre um relato a respeito do papel de Cipião na Terceira Guerra Púnica, vide Goldsworthy (2000), pp. 342-356.

12 Apiano, Spanish Wars 61-75, com Dyson (1985), pp. 206-213.

13 Apiano, Spanish Wars 76-83, Plutarco, Tiberius Gracchus 5-6, com Dyson (1985), pp. 214-217.

14 Apiano, Spanish Wars 84.

15 Apiano, Spanish Wars 85.

16 Frontino, Strat. 4. 1. 1, 1. 9.

17 Frontino, Strat. 4. 3. 9.

18 Apiano, Spanish Wars 86-89.

19 Sobre o cerco em geral, vide Apiano, Spanish Wars 90-98.

20 Frontino, Strat. 4. 7. 27.

21 Apiano, Civil Wars 19-20.

CAPÍTULO 5 UMA PESSOA DEVOTADA À GUERRA

1 Plutarco, Marius 7 (tradução de R. Waterfield, Plutarch: Roman Lives (Oxford 1999)).

2 Plutarco, Marius 3.

3 Plutarco, Marius 2.

4 Plutarco, Marius 3 e 13.

5 Plutarco, Marius 4-6, Sallust, Bellum Jugurthinum 68. 1-7 e G.M. Paul, A Historical Commentary on Sallust’s Bellum Jugurthinum (1984), pp. 166-171, e R.J. Evans, Gaius Marius (1994), pp. 19-60.

6 Sallust, Bellum Jugurthinum 27. 1-.36. 4.

7 Sallust, Bellum Jugurthinum 44. 1-45. 3.

8 Sallust, Bellum Jugurthinum 85. 13-17.

9 Sallust Bellum Jugurthinum 103-114, Frontino, Stratagems 3. 9. 3.

10 Para discussão vide, L. Keppie, The Making of the Roman Army (1984), pp. 57-79, E. Gabba, Republican Rome: the Army and Allies (1976), e F. Smith, Service in the Post Marian Roman Army (Manchester, 1958).

11 Sallust, Bellum Jugurthinum 87-88, 100, “more by their sense of shame than punishment”, 100. 5.

12 Valério Máximo 2. 3. 2, Frontino, Strat. 4. 2. 2; sobre os métodos de treinamento, vide Vegécio, Epitoma Rei Militaris 1. 11-19.

13 Plutarco, Marius 13-14, Políbio 6. 37.

14 Plutarco, Marius 11, S. Dyson, The Creation of the Roman Frontier (1985), pp. 161-164.

15 Apiano, Celtica 13.

16 Veleio Patérculo 2. 12. 2, Orósio 5. 16. 1-7, Plutarco, Sertorius 3.

17 Plutarco, Marius 12, Estrabão Geography 4. I. 13.

18 Plutarco, Marius 14-15, Sulla 4, Sertorius 3.

19 Plutarco, Marius 15 (tradução de R. Waterfield, Oxford 1999).

20 Plutarco, Marius 25 (tradução de R. Waterfield, Oxford 1999).

21 Para uma discussão mais detalhada de combate neste período, vide A. Goldsworthy, The Roman Army at War 100 BC-AD 200 (1996), pp. 171-247.

22 Plutarco, Marius 15-18, Frontino Strat. 4. 7. 5.

23 Plutarco, Marius 17.

24 Plutarco, Marius 19; para uma discussão a respeito dos servos do exército, vide J. Roth, The Logistics of the Roman Army at War, 264 BC-AD 235 (1999), pp. 91-116.

25 Plutarco, Marius 20, Frontino, Strat. 2. 9. 1.

26 Plutarco, Marius 21-22.

27 Plutarco, Marius 23-27.

28 Apiano, Civil Wars 1. 28-33, Plutarco Marius 28-30.

29 Plutarco, Marius 33-35, Sulla 8-9, Apiano Civil Wars 1. 55-63.

30 Plutarco, Marius 45.

31 Plutarco, Marius 33 (tradução de R. Waterfield, Oxford 1999).

CAPÍTULO 6 GENERAL DO EXÍLIO

1 Plutarco, Sertorius 10 (tradução Penguin).

2 Plutarco, Sertorius 3-4, cf. Lívio 27. 28. 1-13.

3 Plutarco, Sertorius 4-6, Apiano Civil Wars 1. 71-75.

4 Plutarco, Sertorius 7-12, Apiano Civil Wars 1. 108; cf. S. Dyson, The Creation of the Roman Frontier (1985), pp. 227-234. Para proveitosas pesquisas a respeito das campanhas de Sertório, vide P. Greenhalgh, Pompey: The Roman Alexander (1980), pp. 40-57.

5 Plutarco, Sertorius 14, Apiano, Civil Wars 1. 108.

6 Plutarco, Sertorius 14; César, Bellum Civile 1. 41.

7 Plutarch, Sertorius 16, Frontino, Stratagems 1. 10. 1; 4. 7. 6, cf. 1. 10. 2.

8 Frontino, Strat, 1. 11. 13.

9 Plutarco, Sertorius 18.

10 cf. G. Castellvi, J. M. Nolla e I. Rodà, “La identificación de Ios trofeos de Pompeyo en el Pirineo”, Journal of Roman Archaeology 8 (1995), pp. 5-18.

11 Sobre a campanha de Lauro vide Plutarco, Sertorius 18, Frontino, Strat, 2. 5. 31, e Greenhalgh (1980), pp. 46-48.

12 Plutarco, Sertorius 18-19 e Pompey 19.

13 Plutarco, Sertorius 20-22, Apiano, Civil Wars 110, Sallust, Histories 2. 98.

14 Tratado com Mitrídates, Plutarco, Sertorius 23-24, Apiano, Mithridates 68.

15 Plutarco, Sertorius 22.

16 As campanhas finais, Plutarco, Sertorius 25-27, Apiano, Civil Wars 111-115, Greenhalgh (1980), pp. 54-57.

CAPÍTULO 7 UM ALEXANDRE ROMANO

1 Plínio, Natural History 7. 95 – tradução usada por Greenhalgh, Pompey: the Roman Alexander (1980), p. 122.

2 Sobre a vida de Pompeu em geral, vide P. Greenhalgh, Pompey: the Roman Alexander (1980) e Pompey: the Republican Prince (1981).

3 Apiano, Civil Wars 1. 40, 47, 63-64, 68, Plutarco, Pompey 3, Greenhalgh (1980), pp. 1-11.

4 Plutarco, Pompey 4.

5 Plutarco, Pompey 5-8, Apiano, Civil Wars 1. 80,81.

6 Plutarco, Sulla 29.

7 Apiano, Civil Wars 1. 95-103, Plutarco, Pompey 10-11 e Sulla 30-35.

8 Plutarco, Pompey 11,12.

9 Plutarco, Pompey 14; sobre os primeiros comandos de Pompeu até esse período, vide Greenhalgh (1980), pp. 12-29.

10 Sobre os negócios de Lépido, vide Plutarco, Pompey 15-16, Apiano, Civil Wars 1. 105-106, e Greenhalgh (1980), pp. 30-39.

11 A. Ribera i Lacomba con M. Calvo Galvez, “La primera evidencia arqueológica de Ia destrucción de Valentia por Pompeyo”, Journal of Roman Archaeology 8 (1995), pp. 19-40.

12 Sobre a Revolta de Escravos vide Plutarco, Crassus 8-11, Apiano, Civil Wars 1. 116-121.

13 Greenhalgh (1980), pp. 64-71.

14 Plutarco, Pompey 22.

15 O problema com piratas e a nomeação de Pompeu, vide Apiano, Mithridates 91-93, Plutarco, Pompey 24-25.

16 Para uma revisão detalhada a respeito das fontes para o debate acerca da Lex Gabinia, vide Greenhalgh (1980), pp. 72-90.

17 A campanha contra os piratas, vide Apiano, Mith. 94-96, Plutarco, Pompey 26-28.

18 Sobre os negócios de Metelo, Plutarco, Pompey 29.

19 Cícero, de imperio Cnaeo Pompeio 28, Plutarco, Pompey 30,31.

20 Sobre as campanhas de Lúculo, vide Apiano, Mith. 72-90, Plutarco, Lucullus 7-36; os comentários de Tigranes, Apiano, Mith. 85.

21 Plutarco, Pompey 32; Apiano, Mith. 97

22 Frontino, Sratagems 2. 5. 33.

23 Apiano, Mith. 98-101, Dião 36. 45-54, Plutarco, Pompey 32, Frontino, Strat. 2. 1. 12; para uma discussão sobre as fontes e narrativa detalhada da campanha, vide Greenhalgh (1980), pp.105-114.

24 Plutarco, Pompey 33, Apiano, Mith. 104.

25 Plutarco, Pompey 34.

26 Estrabão, Geography 11. 3. 499-504, Plutarco, Pompey 35, Frontino, Strat. 2. 3. 14, Apiano, Mith. 103.

27 Plutarco, Pompey 41,42, Apiano, Mith. 107-112.

28 Para uma discussão a respeito de outras operações de Pompeu no leste e a colonização, vide Greenhalgh (1980), pp. 120-167.

CAPÍTULO 8 CÉSAR NA GÁLIA

1 Suetônio, Julius Caesar 60.

2 Ao menos por sua contribuição à primeira página dos quadrinhos de Asterix.

3 Para uma introdução à literatura a respeito dos comentários de César, vide a coleção de trabalhos de K. Welch e A. Powell (eds), Julius Caesar as Artful Reporter: The War Commentaries as Political Instruments (1998).

4 Sobre a vida de César, vide C. Meier (tradução de D. McLintock), Caesar (1995), e M. Gelzer (trad. P. Needham), Caesar: Politician and Statesman (1985). O incidente com os piratas, Suetônio, Julius Caesar 4.

5 Sobre esse período, vide Meier (1995), pp. 133-189; o incidente durante as Catilinárias está em Plutarco, Brutus 5.

6 Meier (1995), pp. 204-223.

7 César, Bellum Gallicum 1. 2-5.

8 Números, BG 1. 29; a travessia de Arar 1. 13; Tigurinos 1. 7, 12.

9 BG 1. 7-8; seu exército na Gália, vide H. Parker, The Roman Legions (1928), pp. 48-71.

10 BG 1. 8-10.

11 BG 1. 11-20.

12 BG 1. 21-22.

13 BG 1. 52.

14 BG 1. 23-26.

15 BG 1. 27-29.

16 O tamanho do exército, BG 1. 31, o total provavelmente inclui os 24.000 harudes recém-chegados; Rei e Amigo do Povo Romano, BG 1. 35.

17 A campanha contra Ariovisto, BG 1. 30-54.

18 BG 2. 20.

19 BG 2. 25.

20 BG 1. 52; a campanha belga, vide BG 2. 1-35.

21 Meier (1995), pp. 265-301.

22 Plutarco, Cato 51.

23 Suetônio, Julius Caesar 47.

24 BG 5. 24-58, 6. 1-10, 29-44, Suetônio, Julius Caesar 57.

25 BG 7. 1-2.

26 BG 7. 3-10.

27 Sobre revoltas, vide A. Goldsworthy; The Roman Army at War, 100 BC-AD 200 (1996), pp.79-95.

28 BG 7. 11-15.

29 BG 7. 16-31.

30 BG 7. 47.

31 Operações ao redor de Gergóvia e o envolvimento de Labieno, BG 7. 32-62.

32 BG 7. 66-68.

33 BG 7. 69-74.

34 BG 7. 75-78.

35 BG 7. 79-80.

36 BG 7. 88.

37 BG 7. 81-89, Plutarco, Caesar 27.

CAPÍTULO 9 CÉSAR CONTRA POMPEU

1 Cícero, Letters to Atticus 7. 3 (tradução de Loeb).

2 Sobre as causas que levaram à guerra civil, vide C. Meier, Caesar (1995), pp. 330-363; o desejo de ser o primeiro, Plutarco, Caesar 12.

3 Apiano, Civil Wars 2. 34, 35, Plutarco, Caesar 32.

4 Sobre as primeiras etapas da guerra, vide Meier (1995), pp. 364-387; “stamping his foot”, Plutarco, Pompey 57, 60.

5 César, Bellum Civile 3. 3-5, Plutarco, Pompey 63, 64, Apiano, Civil Wars 2. 40, 49-52.

6 A revolta de Legio IX, Apiano, Civil Wars 2. 47.

7 César, Bellum Civile 3. 6-10.

8 César, BC 3. 11-30, Apiano, Civil Wars 2. 50-59, Plutarco, Caesar 65.

9 César, BC 3. 34, 39-44, Apiano, Civil Wars 2. 60, 61.

10 César, BC 3. 45-53, Suetônio, Julius Caesar 68. 3, 4.

11 César, BC 3. 54-56, 58-72, Apiano, Civil Wars 2. 61-63, Plutarco, Caesar 65.

12 César, BC 3. 73-76.

13 César, BC 3. 77-81, Plutarco, Caesar 41.

14 Fontes sobre Farsalos, vide César BC 3. 82-99, Apiano, Civil Wars 2. 68-82, Plutarco, Caesar 42-47 e Pompey 68-72.

15 Plutarco, Pompey 73-79, 80 e Caesar 48, Apiano, Civil Wars 2. 83-86, 89, 90.

16 Para uma descrição das campanhas posteriores na guerra civil, vide Meier (1995), pp. 402-413; César e Cleópatra, vide Plutarco, Caesar 48, 49 e Suetônio, Julius Caesar 58; Zela, vide Plutarco, Caesar 50.

17 César, African War 82, 83.

18 Plutarco, Caesar 53.

19 Meier (1995), pp. 414-486.

20 Sobre o exército desse período, vide L. Keppie, The Making of the Roman Army (1984), pp. 80-131.

21 Suetônio, Julius Caesar 68, cf. César BC 1. 39 quando ele usa um empréstimo dos centuriões e tribunos para pagar as tropas.

22 Suetônio, Julius Caesar 67.

23 Suetônio, Julius Caesar 65.

24 Suetônio, Julius Caesar 57, cf. Plutarco, Caesar 17; incentivou os homens a terem equipamentos decorados, Suetônio, Julius Caesar 57.

25 César, Bellum Gallicum 1. 42.

26 Scaeva, BC 3. 53, ala Scaevae, Corpus Inscriptiones Latinarum 10. 6011; Crastino, Apiano, Civil Wars 82.

27 Apiano, Civil Wars 2. 47, 92-94, Suetônio, Julius Caesar 69, 70.

CAPÍTULO 10 “UM PRÍNCIPE” IMPERIAL

1 Veleio Patérculo, Roman History 2. 129. 2.

2 Sobre a ascensão de Augusto e a criação do Principado, vide R. Syme, The Roman Revolution (1939).

3 Augusto e soldados, Suetônio, Augustus 25; sobre o exército nesse período em geral, vide L. Keppie, The Making of the Roman Army (1984), pp. 132-171.

4 Sobre Crasso e a spolia opima, vide Dião 51. 24.

5 Suetônio, Claudius 1.

6 Suetônio, Tiberius 18-19, Veleio Patérculo, Roman History 2. 113. 1-115. 5.

7 Veleio Patérculo, Roman History 2. 104. 4.

8 Suetônio, Caius 23.

9 Vide M. Todd, The Early Germans (1992); sobre a posição estratégica na fronteira do Reno nesse período, vide C. Wells, The German Policy of Augustus (1972).

10 Sobre a oferta de César aos gauleses, vide K. Welch e A. Powell (eds), Julius Caesar as Artful Reporter: The War Commentaries as Political Instruments (1998), e especialmente os artigos de Barlow, “Noble Gauls and their other in Caesar’s propaganda”, pp. 139-170, e L. Rawlings, “Caesar’s portrayal of the Gauls as warriors”, pp. 171-192.

11 A derrota da V Alaudae vide Dião 54. 20, Veleio Patérculo, Roman History 2. 106. 1; sobre as campanhas em geral, vide Wells (1972); Tiberius’ decision to divide his army in Pannonia, Veleio Patérculo, Roman History 2. 113. 1, 2.

12 Veleio Patérculo, Roman History 2. 117. 1-119. 5, Dião 56. 18-22.

13 Dião 56. 23-24, Suetônio, Augustus 23.

14 A celebração do aniversário de Germânico pela terceira unidade do exército centurião, vide R. Fink, Roman Military Records on Papyrus (1971) No. 117; Suetônio, Caius 5, 9.

15 Suetônio, Augustus 24, 25.

16 Tácito, Annals 1. 16-45, 48,49; “not a cure, but a disaster”, 1. 49.

17 César, Bellum Gallicum 8. 3.

18 Tácito, Annals 1. 50, 51.

19 Para uma discussão da vida militar de Germânico, vide A. Goldsworthy, The Roman Army at War 100 BC-AD 200 (1996), pp. 42-53; sobre os objetivos e métodos das expedições punitivas romanas, vide ibid. pp. 95-105.

20 Tácito, Annals 1. 55-58.

21 Tácito, Annals 1. 61,2.

22 Tácito, Annals 1. 59-63.

23 Tácito, Annals 1. 63-69.

24 Tácito, Annals 1. 70, 71.

25 Tácito, Annals 2. 5-8.

26 Tácito, Annals 2. 9-11.

27 Tácito, Annals 2. 12-13.

28 Tácito, Annals 2. 14.

29 Tácito, Annals 2. 14-18.

30 Tácito, Annals 2. 19-22.

31 Tácito, Annals 2. 23-26.

32 Suetônio, Caius 2, 4-6.

33 Tácito, Annals 2. 88.

CAPÍTULO 11 LEGADO IMPERIAL

1 Frontino, Stratagems 4. 7. 2.

2 Sobre o relacionamento entre os príncipes e o exército, vide B. Campbell, The Emperor and the Roman Army, 31 BC-AD 235 (1984).

3 Suetônio, Augustus 25. 4 A segunda marcação era na verdade uma citação de Eurípedes, Phoenisae 599 onde é empregada ironicamente. Muito da mesma ideia é expressada por Apiano em Iberica 87.

4 Para uma discussão, vide D. Potter, “Emperors, their borders and their neighbours: the scope of imperial mandata”, em D. Kennedy; The Roman Army in the Near East. Journal of Roman Archaeology Supplementary Series 18 (1996), p. 49-66.

5 Inscriptiones Latinae Selectae 986 (tradução de Campbell (1984), p. 359-361).

6 Tácito, Annals 11. 18.

7 Tácito, Annals 11. 19, 20.

8 Sobre os exércitos partas, vide A. Goldsworthy, The Roman Army at War 100 BC-AD 200 (1996), p. 60-68; sobre o estado Parta, vide N. Debevoise, The Political History of Parthia (1938), M. Colledge, The Parthians (1967); sobre o relacionamento entre Roma e a Pártia, vide B. Isaac, The Limits of Empire (1992), p. 19-53, B. Campbell, “War and Diplomacy: Rome and Parthia, 31 BC-AD 235” em J. Rich e G. Shipley, War and Society in the Roman World (1993), p. 213-240, e D. Kennedy; “Parthia and Rome: eastern perspectives” em Kennedy (1996), pp. 67-90.

9 Crasso e Carras, Plutarco, Crassus 17-33.

10 Plutarco, Antony 37-51.

11 Tácito, Annals 13. 6-8.

12 Tácito, Annals 13. 9. Sobre o recrutamento vide J. Mann, Legionary Recruitment and veteran settlement during the Principate (1983) e P. Brunt, “Conscription and volunteering in the Roman Imperial Army”, Scripta Classica Israelica 1 (1974), p. 90-115.

13 Vide B. Isaac, The Limits of Empire (1992), p. 24, 25 e E. Wheeler, “The laxity of the Syrian legions”, em Kennedy (1996), p. 229-276.

14 Tácito, Annals 13. 35.

15 Tácito, Annals 13. 3; sobre a identidade das legiões sob o comando de Córbulo, vide H. Parker, The Roman Legions (1957), p. 133-135.

16 Tácito, Annals 13. 36 e Frontino, Strat. 4. 1. 21 e 28.

17 Tácito, Annals 13. 37-39.

18 Tácito, Annals 13. 39.

19 Tácito, Annals 13. 40, 41.

20 Frontino, Strat. 2. 9. 5.

21 Tácito, Annals 14. 23-26.

22 Tácito, Annals 15. 1-3.

23 Tácito, Annals 15. 4-6.

24 Tácito, Annals 15. 7.

25 Tácito, Annals 15. 8-17.

26 Tácito, Annals 15. 18. 24-31.

27 Paulino, Tácito, Annals 14. 29-39; Agrícola, Tácito, Agricola passim; Lúculo, Suetônio, Domitian 10.

28 Tácito, Annals 15. 28 sobre o papel de Ânio na campanha oriental; sobre a política por trás da alegada conspiração, vide M. Griffin, Nero: the End of a Dynasty (1984).

CAPÍTULO 12 UM JOVEM CÉSAR

1 Josefo, Bellum Judaicum 5. 59-61 (tradução de Loeb).

2 Uma boa narrativa do Ano dos Quatro Imperadores é apresentada por K. Wellesley, The Long Year: AD 69 (1989).

3 Sobre Vespasiano, vide B. Levick, Vespasian (1999).

4 Josefo, BJ 5. 97 (tradução de Loeb).

5 Sobre Josefo vide T. Rajak, Josephus: The Historian and his Society (1983), e S. Cohen, Josephus in Galilee and Rome (1979). Sobre a Judeia desse período, vide E. Schurer, The History of the Jewish People in the Age of Jesus Christ, ed. rev. G. Vermes, F. Millar, M. Black, M. Goodman (Edimburgo, 1973-87), A. Smallwood, The Jews under Roman Rule (1976), e M. Avi-Yonah, The Jews of Palestine (1976). Há ainda muita relevância em B. Isaac, The Limits of Empire (1992).

6 Uma boa indicação da ignorância geral acerca da natureza do judaísmo pode ser obtida com a leitura de Tácito, do breve sumário da história judaica, que precedeu o seu relato sobre a queda de Jerusalém, Histories 5. 2-13. Vide também M. Whittaker, Jews and Christians: Greco-Roman Views (1984) para uma coleção de fontes descrevendo comportamentos pagãos.

7 Sobre a aristocracia judaica desse período, vide M. Goodman, The Ruling Class of Judaea: Origins of the Jewish Revolt against Rome, AD 66-70 (1987).

8 Sobre a campanha de Céstio Galo, vide Josefo, BJ 2. 499-555 e também S. Brandon, “The Defeat of Cestius Gallus in AD 66”, History Today 20 (1970), p. 38-46.

9 Tácito, Histories 2. 5.

10 A rendição de Josefo, Bell, J., 3. 340-408.

11 Tribuno, Suetônio, Titus 4; legatus of XV Apollinaris, Josefo, BJ 3. 64-69; Jafa, BJ 3. 289-305; Tarichaeae, BJ 3. 462-502; Gamala, BJ 4. 70-83.

12 BJ 5. 44.

13 As forças de Tito, BJ 5. 40-46, Tácito, Histories 5. 1. Sobre o exército na campanha de Jerusalém, vide A. Goldsworthy, “Community under Pressure: the army at the Roman siege of Jerusalem”, em A. Goldsworthy e I. Haynes, The Roman Army as a Community in Peace and War, Journal of Roman Archaeology Supplementary Series 34 (1999), p. 197-210. O centurião, vide E. Dabrowa, Legio X Fretensis: A Prosopographical Study of its Officers I–III AD. Historia Einzelschriften 66 (Stuttgart, 1993), no 19, p. 89, com revisão de B. Isaac em Scripta Classica Israelica 14 (1995), p. 169-171. As inscrições são Corpus Inscriptiones Latinarum III. 30, Inscriptiones Latinae Selectae 8759a e L’Aunée Epigraphique 1923. 83 respectivamente.

14 A descrição de Josefo dos monumentos de Jerusalém, BJ 5. 136-247.

15 O número de defensores, BJ 5. 248-250, e a população total, 6. 420-434, Tácito, Histories 5. 13.

16 BJ 5. 47-51.

17 BJ 5. 52-66.

18 BJ 5. 86-7 (tradução de Loeb).

19 BJ 5. 67-97.

20 BJ 5. 98-135.

21 BJ 5. 258-274; o impacto da artilharia de pedras, 3. 245-7; o número com cada legião Vegécio, Epitoma Rei Militaris 2. 25.

22 BJ 5. 275-283; incidente em Yodfat, 3. 229-232.

23 BJ 5. 284-303.

24 BJ 5. 310, 311 (tradução de Loeb).

25 BJ 5. 304-341, Suetônio, Titus 5.

26 BJ 5. 346-355, e discussão em Goldsworthy (1999), p. 203.

27 Vide P. Connolly, The Jews in the Time of Jesus (1994), p. 77, 86.

28 BJ 5. 356-360, 460-490.

29 BJ 5. 491-511, Dião 65. 5. 4.

30 BJ 5. 548-561.

31 BJ 5. 522-526, 6. 1-32.

32 BJ 6. 33-92, cf. Josefo, Vita 361-363.

33 BJ 6. 93-5, 118-163.

34 BJ 6. 164-192, 220-235.

35 BJ 6. 236-266.

36 BJ 6. 316-413.

37 BJ 7. 5-16 (tradução de Loeb).

38 Temores acerca da renovação da guerra civil, Suetônio, Titus 5; o triunfo, BJ 7. 123-157, e os comentários de Vespasiano, Suetônio, Vespasian 12; sobre o reinado de Vespasiano e o papel de Tito, vide Levick (1999), pp. 79-106, 184-195.

39 Últimas palavras, vide Suetônio, Vespasian 23; funeral, Suetônio, Vespasian 19; a impopularidade de Tito antes de sua ascensão e romance com Berenice, Suetônio, Titus 6-7.

CAPÍTULO 13 O ÚLTIMO GRANDE CONQUISTADOR

1 Dião Cássio, 68. 18. 2-3 (tradução de Loeb).

2 Sobre a relação entre os príncipes e o exército vide, B. Campbell, The Emperor and the Roman Army 31 BC-AD 235 (1984); sobre Cláudio na Britânia vide, Dião 60. 19. 1-22. 2 e Suetônio, Claudius 17.

3 Dião 67. 6. 16, 7. 2-4.

4 Sobre a experiência e carreira em geral de Trajano, vide J. Bennett, Trajan: Optimus Princeps, 2a ed. 2001.

5 Bennett (2001), p. 11-19.

6 Plínio, Panegyricus 15. 1-3.

7 Bennett (2001), p. 19-26, 42-62.

8 Dião 67. 6. 1 (tradução de Loeb).

9 Sobre pesquisas a respeito da escassez de fontes sobre as Guerras Dácias, vide Bennett (2001), p. 85-103, S. S. Frere e F. Lepper, Trajan’s Column (1988), L. Rossi, Trajan’s Column and the Dacian Wars (1971), I. Richmond, Trajan’s Army on Trajan’s Column (1982).

10 Liderança da coluna, cenas 57, 58, 140, 183, 184, 302, 303; para discussão acerca desse fenômeno no exército romano, vide A. Goldsworthy, The Roman Army at War 100 BC-AD 200 (1996), p. 271-276; escrita de nomes nos escudos, Dião 67. 10. 1; sobre decoração, vide V. Maxfield, The Military Decorations of the Roman Army (1981).

11 A Batalha de Tape e a história das ataduras, Dião 68. 8. 1, 2.

12 Descoberta de equipamento capturado em um forte, Dião 68. 9. 3.

13 Dião 68. 9. 1, 2, 4-7.

14 Dião 68. 10. 3-12. 5.

15 Dião 68. 13. 1-6.

16 A inscrição de Tibério Cláudio Máximo, L’ Année Epigraphique 1969/70, p. 583 e comentários em M. Speidel, “The Captor of Decebalus”, Roman Army Studies 1 (1984), p. 173-187.

17 O caráter de Trajano, vide Dião 68. 6. 1-7. 5; sobre a guerra de Parta, vide Dião 68. 17. 1-31. 4, e em geral F. Lepper, Trajan’s Parthian War (1948), e Bennett (2001), p. 183-204.

18 Hatra, Dião 68. 31. 1-4.

19 Dião 69. 5. 2 (tradução de Loeb).

20 Dião 69. 9. 2-4 (tradução de Loeb).

21 Inscriptiones Latinae Selectae 2558, cf. Dião 69. 9. 6.

22 Inscriptiones Latinae Selectae 2487, 9133-5; para uma discussão acerca dos discursos lambésios, vide Campbell (1984), p. 77-80.

CAPÍTULO 14 UM CÉSAR EM CAMPANHA

1 Amiano Marcelino 15. 8. 13.

2 Dião 56. 15. 2.

3 Herodiano 4. 7. 4-7, 12. 2.

4 O satírico Luciano ridicularizou os vários relatos exagerados sobre o comportamento de Vero em seu Quomodo Historiae.

5 O melhor estudo da vida militar romana sobre esse período em H. Elton, Warfare in Roman Europe, AD 350-425 (1996). Existe uma série de biografias de Juliano, particularmente R. Browning, The Emperor Julian (1976), e G. Bowersock, Julian the Apostate (1978). Sobre pesquisa a respeito das nossas principais fontes, vide J. Matthews, The Roman Empire of Ammianus (1989).

6 Amiano Marcelino 15. 8. 1-17.

7 A perda de Colônia Agripina, Amiano Marcelino 15. 8. 19. Sobre o último exército romano, vide Elton (1996), K. Dixon e P. Southern, The Late Roman Army (1996), e A. Ferrill, The Fall of the Roman Empire (1986). Sobre escassas evidências a respeito do tamanho das unidades nesse período, vide T. Coello, Unit Sizes in the Late Roman Army. British Archaeological Review Series 645 (1996) e W. Treadgold, Byzantium and its Army, 281-1081 (1995).

8 Sobre as operações iniciais, vide Amiano Marcelino 16. 2. 1-13; “prudent and cautious” 16. 2. 11.

9 Amiano Marcelino 16. 3. 1-4. 5; sobre fortificações e o parco estado de prevenção dos exércitos tribais nas campanhas de cercos vide Elton (1996), pp. 82-86, 155-174.

10 Amiano Marcelino 27. 1-2.

11 A fase inicial da campanha de 357, vide Amiano Marcelino 16. 11. 1-15.

12 Tamanho dos exércitos, Amiano Marcelino 16. 12. 1-2, 12. 24-26, 12. 60.

13 Amiano Marcelino 16. 12. 1-18.

14 Sobre cuneus e seu apelido, vide Amiano Marcelino 17. 13. 9, Tácito, Germania 6, e Vegécio, Epitoma Rei Militaris 3. 17.

15 Amiano Marcelino 16. 12. 19-26.

16 Amiano Marcelino 16. 12. 27-35.

17 Amiano Marcelino 16. 12. 36-41; observe também os comentários em H. Delbrück (trad. W.J. Renfroe), The Barbarian Invasions. History of the Art of War, Volume 2 (1980), p. 261-268, esp. 263-264 sobre os aspectos práticos de um comandante reagrupando tropas dessa forma. Os comentários de Delbrück sobre a batalha são, como sempre, extremamente interessantes, contudo a sua crença – à beira da obsessão – de que os guerreiros bárbaros eram tão ferozes que poderiam ser somente derrotados através de um grande contingente de soldados vindos de estados civilizados não está realmente embasada em qualquer evidência tornando muitas de suas conclusões questionáveis.

18 Amiano Marcelino 16. 12. 42-66.

19 Perdas, Amiano Marcelino 16. 12. 63; a reação de Constantino 16. 12. 67-70.

20 Amiano Marcelino 17. 1. 1-14.

21 Amiano Marcelino 17. 2. 1-4. No relato de Libânio, que é extremamente favorável a Juliano é dito que o número de francos era de 1000, Libânio, Opera 18. 70.

22 Amiano Marcelino 17. 8. 1, 2.

23 Amiano Marcelino17. 8. 3-9.

24 Amiano Marcelino17. 10. 1-10.

25 Amiano Marcelino 18. 2. 1-16, 20. 20. 1. 13.

26 Amiano Marcelino 20. 4. 1-5. 10.

27 Sobre Pirisabora, vide Amiano Marcelino 24. 2. 15-17; Maozamalcha, vide 24. 4. 1-5.

28 Amiano Marcelino 24.7. 1-25. 3. 23.

CAPÍTULO 15 UM DOS ÚLTIMOS

1 Procópio, Wars 2. 18. 5-6 (tradução de Loeb).

2 Sobre o último exército romano no oriente, vide W. Treadgold, Byzantium and its Army, 281-1081 (1995). Para uma ampla pesquisa sobre a vida militar bizantina, vide J. Haldon, The Byzantine Wars (2001). Sobre o conflito com a Pérsia, vide G. Greatrex, Rome and Persia at War, 502-532 (1998).

3 Vide Greatrex (1998), esp. p. 120-165; sobre as origens de Belisário, vide Procópio, Wars 3. 9. 21; o ataque em c. 526 Wars 1. 12. 20-3.

4 Mindos, Procópio, Wars 1. 13. 2-5; nomeação de comando 1. 12. 24; as forças em Dara, vide 1. 13. 23 e Greatrex (1998), p. 169, 173, e sobre uma discussão geral acerca do exército nesse período p. 31-40.

5 Procópio, Wars 1. 13. 23, 1. 14. 1 e discussão em Greatrex (1998), p. 175-176.

6 Procópio, Wars 1. 13. 19-23; sobre o uso de fortificações de campo de Sula vide Frontino, Strategems 2. 3. 17 e de César vide Bellum Gallicum 2. 8.

7 Procópio, Wars 1. 13. 24-39.

8 Procópio, Wars 1. 14. 33 (tradução de Loeb).

9 Sobre a batalha, vide Procópio, Wars 1. 14. 1-55 e discussões em Greatrex (1998), p. 171-185 e Haldon (2001), p. 28-35; sobre a punição de Perozes, vide Wars 1. 17. 26-8.

10 Procópio, Wars 1. 18. 1-50 com Greatrex (1998), p. 195-207.

11 Revogação e nomeação de novo comando de Belisário, Procópio, Wars 1. 21. 2, 3. 9. 25, 3. 10. 21, 3. 11. 18; tamanho do exército 3. 11. 2; o incidente com os biscoitos, 3. 13. 12-20; fraude durante a Segunda Guerra Púnica, Lívio 25. 3. 8-4. 11.

12 Procópio, Wars 3. 12. 8-22; Belisário manda açoitar os soldados, 3. 16. 1-8.

13 César, Bellum Civile 1. 21, 2. 12.

14 Procópio, Wars 4. 4. 3-7 (tradução de Loeb).

15 Procópio, Wars 4. 3. 23-4. 25; a última revolta e campanha contra os mouros, 4. 14. 7-15. 49.

16 Procópio, Wars 5. 5. 1-7; cerco de Nápoles 5. 8. 5-10. 48; tamanho da força em Roma 5. 22. 17.

17 Procópio, Wars 5. 18. 9-15 (tradução de Loeb); para um relato completo da ação 5. 18. 1-29.

18 Procópio, Wars 5. 22. 1-10.

19 Procópio, Wars 5. 28. 1-29. 50.

20 Vide C. Fauber, Narses: the Hammer of the Goths (1990), Haldon (2001), p. 35-44, e H. Delbrück (trad. W.J. Renfroe), The Barbarian lnvasions. History of the Art of War, Volume 2 (1980), p. 339-383.

21 Sobre a disciplina sob a República vide W. Messer, “Mutiny in the Roman Army in the Republic”, Classical Philology 15 (1920), p. 19-29.

CAPÍTULO 16 OS ÚLTIMOS ANOS

1 Para uma discussão a respeito do estilo de comando de Napoleão, vide M. Van Creveld, Command in War (1985), p. 58-102.

2 Sobre Sir Roger Williams vide G. Parker, The Military Revolution (1988), p. 6.

3 Sobre Wellington em batalha vide J. Keegan, The Mask of Command (1987), p. 145-154.

4 Para uma discussão acerca desse período vide Creveld (1985), pp. 103-147.